ou Como não cumprir promessas e se deixar levar por hábitos não seguros
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Amanhã fará um mês que não escrevo nada aqui. Seria, obviamente, leviano de minha parte considerar que isso afeta alguém, a não ser eu mesmo. Afinal de contas, isso aqui era só um meio de fugir de minhas torturas, vulgo cadeiras-de-dragão.
Não escrevo isso de caso pensado, como fiz há tanto. Na realidade, a perspectiva de escrever 365 suicídios-crônicos me animou, se é que ainda consigo fazê-lo. Mas então, lembrei que sempre quebro promessas, principalmente promessas que faço internamente. Displicente, eu me deixo levar, e dessa vez não é (nem o mínimo do necessariamente) bom. Ainda mais quando, por falta de vergonha, isso não me incomoda. Acabo chegando a conclusão de que era desnecessário. Superficial. Nem tangenciava o que, de fato, pretendo (e talvez só mesmo pretenda).
Vê? Acabo de criar mais um. Pobre, escuro, mas com uma pontinha de humanidade.
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Escrito após 30 dias de noite.
Até a próxima, e tudo.
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Amanhã fará um mês que não escrevo nada aqui. Seria, obviamente, leviano de minha parte considerar que isso afeta alguém, a não ser eu mesmo. Afinal de contas, isso aqui era só um meio de fugir de minhas torturas, vulgo cadeiras-de-dragão.
Não escrevo isso de caso pensado, como fiz há tanto. Na realidade, a perspectiva de escrever 365 suicídios-crônicos me animou, se é que ainda consigo fazê-lo. Mas então, lembrei que sempre quebro promessas, principalmente promessas que faço internamente. Displicente, eu me deixo levar, e dessa vez não é (nem o mínimo do necessariamente) bom. Ainda mais quando, por falta de vergonha, isso não me incomoda. Acabo chegando a conclusão de que era desnecessário. Superficial. Nem tangenciava o que, de fato, pretendo (e talvez só mesmo pretenda).
Vê? Acabo de criar mais um. Pobre, escuro, mas com uma pontinha de humanidade.
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Escrito após 30 dias de noite.
Até a próxima, e tudo.
